
Trilhe o novo
Uma plataforma de marca anual para a Troller, o 4x4 brasileiro dentro da Ford — escrita para segurar a base histórica de proprietários sem fechar a porta para uma nova geração.
Ler o case →Trabalho com estratégia de comunicação, marca e branded content, além de facilitação criativa para contextos que pedem alinhamento, leitura e direção em conjunto.

Uma plataforma de marca anual para a Troller, o 4x4 brasileiro dentro da Ford — escrita para segurar a base histórica de proprietários sem fechar a porta para uma nova geração.
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Um conceito-mãe, trezentas variantes contextuais — Nutella inserida em cada momento de busca no YouTube via Vogon, anos antes do mercado chamar isso de IA.
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Uma plataforma de CRM para os clientes do Cartão Marisa escrita como editorial contínuo — achados semanais, segmentados por comportamento, que transformaram relacionamento em canal de vendas.
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A estreia da Clipper no Brasil como patrocinadora do Flamengo escrita como um novo funk da Nação — gravado com MCs do próprio Rap do Centenário do clube, vinte e um anos depois.
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Uma websérie de Natal em quatro episódios para Ferrero Rocher apresentada por Grazi Massafera — receitas e décor no registro DIY, escritas como continuação da plataforma de 'momentos especiais', não como mais um push sazonal.
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Uma plataforma de lançamento para a tecnologia Evox da Brastemp escrita para deslocar a régua da categoria — de 'qual material é melhor' para 'que cozinha você quer ter daqui a dez anos'.
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Uma Belgian Tripel colaborativa entre duas cervejarias brasileiras vizinhas — reenquadrada como branded content sobre a estrada que as conecta, não como edição limitada com press release.
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Lançamento de um pão de queijo funcional — integral, multigrãos, sem glúten, sem lactose — escrito para entrar na conversa da saúde sem renegar o comfort food que fez a marca.
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Sessenta e três performers em amarelo e vermelho transformaram o pular corda em teatro de rua — primeiro sem marca, para virar boato; depois assinado pela Coca-Cola, em cinco capitais brasileiras.
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Uma plataforma anual de marca para a Mahogany construída em torno de um território que a categoria de beleza nunca havia ocupado por inteiro — festas — alinhando loja, produto, venda direta e e-commerce sob uma única conversa sensorial.
Ler o case →Ajudo times de liderança a transformar caos em decisões claras de negócio, comunicação e marca.
Vinte anos dentro de departamentos de estratégia — planner, planner sênior, líder de estratégia, consultor — agora trabalhando de forma independente com founders, líderes de marketing e instituições culturais.
A prática central é estratégia de comunicação, estratégia de marca e branded content. Ao redor dela, uma camada apoiada por IA para pesquisa, ideação e execução, e facilitação criativa para os momentos em que um grupo precisa aterrissar direção em conjunto.
Arquiteturas de mensagem que alinham o que a empresa quer dizer com o que a audiência de fato recebe — no owned, earned e paid.
Decisões de posicionamento, narrativa e identidade ancoradas em análise de categoria e no contexto de negócio de longo prazo — não em resposta a tendência.
Frameworks editoriais e formatos que permitem a marca contribuir com uma conversa em vez de interrompê-la.
Fluxos customizados que ampliam a pesquisa qualitativa, afiam a ideação e encurtam a distância entre insight e entregáveis.
Sessões estruturadas que levam grupos de liderança da discussão aberta a uma direção compartilhada e pronta para decisão.
Um método discreto para dar forma ao que ainda está em aberto.
Ler o negócio, a categoria e a sala antes de escrever uma linha de estratégia.
Organizar o que importa, separar ruído de sinal e encontrar direção.
Transformar a leitura em linguagem, estrutura e decisões que o time consegue usar.